Categoria: Fonseca e Assis

Reflexões sobre os Direitos das Mulheres no Brasil: Uma Análise das Conquistas Legislativas

A trajetória dos direitos das mulheres no Brasil é marcada por uma série de avanços legislativos que refletem uma luta contínua pela igualdade e justiça. Essas conquistas não são apenas marcos legais, mas também simbolizam importantes vitórias sociais contra estruturas de poder opressivas. A seguir, exploraremos com mais detalhes cada uma dessas conquistas, buscando compreender seu impacto e os desafios que ainda persistem. 1. A Constituição de 1988: Pedra Fundamental da Igualdade de Gênero A promulgação da Constituição Federal de 1988 representou um divisor de águas na história dos direitos das mulheres no Brasil. Ao estabelecer a igualdade de todos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e ao reconhecer as mulheres como sujeitos de direito plenos, equiparados aos homens, a Constituição de 1988 lançou as bases legais para o combate à discriminação de gênero e para a promoção da igualdade. Essa nova carta magna desafiou as normas sociais e jurídicas preexistentes, abrindo caminho para uma série de reformas legislativas voltadas para a proteção e o empoderamento das mulheres. 2. Transformações na Percepção da Sexualidade Feminina: O Código Civil de 2003 O Código Civil de 2003, alinhando-se aos princípios de igualdade da Constituição de 1988, eliminou disposições que discriminavam as mulheres com base em sua sexualidade. Ao abolir o instituto que permitia aos homens anular o casamento sob a alegação de que a esposa não era virgem, o Brasil deu um passo significativo na direção do respeito à autonomia e à liberdade sexual das mulheres. Essa mudança legislativa reflete um avanço na compreensão da sexualidade feminina como um aspecto intrínseco à dignidade e aos direitos humanos das mulheres, afastando-se de conceitos arcaicos que subjugavam a mulher a padrões morais desiguais. 3. A Lei Maria da Penha: Um Marco na Luta contra a Violência Doméstica A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é reconhecida internacionalmente como uma das legislações mais avançadas no combate à violência doméstica. Nomeada em homenagem a uma mulher que se tornou símbolo da luta contra a violência de gênero no Brasil, essa lei criou mecanismos específicos para prevenir, punir e erradicar a violência doméstica contra a mulher. Além de definir claramente as várias formas de violência doméstica, a lei estabelece procedimentos para a proteção e acolhimento das vítimas, e impõe penas mais rigorosas para os agressores. Apesar de seus avanços, a efetiva aplicação da Lei Maria da Penha ainda enfrenta desafios, incluindo a necessidade de mais recursos e treinamento para as instituições responsáveis por sua implementação. 4. Lei do Feminicídio: Reconhecimento e Combate ao Homicídio de Mulheres Com a Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015), o Brasil deu um passo importante ao qualificar o feminicídio como homicídio qualificado, considerando-o um crime hediondo. Esta lei reconhece que os homicídios contra mulheres frequentemente ocorrem em um contexto de desigualdade de gênero, envolvendo violência doméstica, discriminação ou menosprezo pela condição feminina. Ao enquadrar o feminicídio dessa maneira, o Brasil se alinha a uma perspectiva global de combate à violência de gênero, enfatizando a necessidade de políticas públicas específicas para prevenir e punir esses crimes. 5. Avanços na Representatividade Política: O Financiamento Eleitoral A legislação que estabelece uma cota mínima de 30% das verbas do fundo eleitoral para candidaturas femininas visa corrigir o desequilíbrio histórico na representação política das mulheres no Brasil. Essa medida reconhece as barreiras estruturais que limitam a participação feminina na política e busca promover maior igualdade de oportunidades. Apesar disso, a efetiva implementação dessa cota e o combate às práticas que visam contorná-la ainda representam desafios significativos para aumentar a representatividade feminina de forma substancial. 6. Igualdade Salarial: A Lei 14.611/2023 A recente aprovação da Lei 14.611/2023, que assegura a igualdade de salários e critérios de remuneração entre homens e mulheres, é um avanço notável na luta contra a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho. Essa legislação é um passo crucial para eliminar as disparidades salariais que persistem, apesar dos avanços na educação e na participação das mulheres no mercado de trabalho. A eficácia dessa lei, contudo, dependerá de sua rigorosa aplicação e da capacidade de fiscalização dos órgãos competentes. Análise e Conclusão No Brasil, as últimas três décadas e meia foram marcadas tanto por conquistas significativas quanto por desafios persistentes na jornada das mulheres por igualdade. A questão da presença feminina em posições de liderança, especialmente nos altos escalões da política, é um tema de destaque. Observa-se uma crescente, porém gradual, inclusão das mulheres nesses espaços, evidenciando a necessidade de um maior apoio da sociedade civil e de políticas públicas eficazes. Essas políticas devem também abordar a participação feminina no mercado de trabalho, garantindo suporte às mulheres durante a maternidade, como a possibilidade de conciliar trabalho e cuidado dos filhos no local de emprego. A experiência de ter creches disponíveis no local de trabalho é citada como um diferencial positivo, permitindo que as mães permaneçam ativas profissionalmente sem se afastar de seus filhos. A implementação da licença parental, compartilhada entre homens e mulheres, é outro aspecto crucial para promover a igualdade de gênero dentro do ambiente doméstico, enfrentando ainda resistências em sua adoção por parte de algumas empresas. Além disso, a violência contra a mulher e a dependência financeira e emocional ainda são realidades que colocam em xeque o direito ao bem-estar feminino, evidenciando a necessidade de um esforço contínuo para superar os ciclos de violência e o desencorajamento do empoderamento feminino. Acredita-se que muitas mulheres permanecem em situações adversas por dúvidas quanto ao apoio social e à proteção efetiva por parte da justiça. Por fim, a luta pelos direitos das mulheres é vista como um investimento nas gerações futuras, mesmo que os benefícios dessas mudanças não sejam plenamente usufruídos pela geração atual. A ideia de deixar um legado e plantar sementes para um futuro mais igualitário é um sentimento compartilhado, ressaltando a importância e o valor da persistência na luta pelos direitos das mulheres.

Pioneirismo e excelência na educação jurídica da Amazônia

Em um movimento visionário que une a profissionalização jurídica à educação avançada, o escritório Fonseca & Assis Advogados Associados anuncia uma novidade impactante: seu sócio, dr. Vinicius Assis, será o coordenador do primeiro programa de pós-graduação stricto sensu em direito na região noroeste da Amazônia, marco estabelecido pela Faculdade Católica de Rondônia que simboliza não apenas um avanço acadêmico significativo, mas também uma evidente valorização do compromisso com a educação e a inovação. O programa de mestrado em direito, com área de concentração em “acesso à justiça e políticas públicas”, representa uma fusão perfeita entre prática e teoria, habilmente liderada pelo sócio Vinicius Assis. Com duas linhas de pesquisa – “jurisdição constitucional: investigando os desafios e perspectivas da aplicação da constituição” e “políticas públicas, governança e sustentabilidade” – o programa oferece uma abordagem profundamente enraizada nas necessidades contemporâneas do direito. Dr. Vinicius Assis, além de seu papel como advogado defensor dos direitos, tem um histórico acadêmico notável. Sua expertise como doutor em Ciência Jurídica e mestre em Direito Econômico e Socioambiental, combinada com especializações em áreas-chave do direito, o torna a escolha ideal para liderar este programa inovador. Sua atividade acadêmica inclui ainda a coordenação da revista e a direção científica da ESA/RO, destacando sua competência e dedicação à educação jurídica. A implementação desse curso de mestrado não é apenas um avanço para o escritório Fonseca & Assis, mas também para toda a região amazônica. Ela promete transformar o cenário educacional, oferecendo capacitação e aperfeiçoamento para os profissionais da área e incentivando a pesquisa acadêmica e atividades de extensão. Este programa atende integralmente o tripé da educação: ensino, pesquisa e extensão, reforçando o papel da região no cenário educacional brasileiro. Em suas próprias palavras, Dr. Vinicius Assis expressa seu entusiasmo: “o mestrado em direito da Católica de Rondônia é um marco na educação jurídica de todo o noroeste amazônico. Proporcionará às carreiras jurídicas acesso à produção de conhecimento e corrigirá assimetrias regionais no que se refere à pesquisa científica. Parabéns ao pioneirismo da instituição!” Com o edital previsto para publicação no início de 2024, o programa é uma oportunidade imperdível para aqueles que buscam excelência no campo jurídico e acadêmico.

Estamos na 24ª Conferência Nacional da Advocacia Brasileira

A 24ª Conferência Nacional da Advocacia Brasileira acontece entre 27 a 29 de novembro de 2023 em Belo Horizonte, MG, e é o maior evento jurídico do país, com a participação de renomados profissionais de direito. Entre eles, destaca-se Elton Assis, sócio do Escritório Fonseca e Assis, de Rondônia, que assumirá a presidência do Painel 33, um dos momentos mais aguardados do evento. Presidindo o Painel 33, Elton Assis liderará um debate essencial sobre a efetividade dos direitos sociais na Constituição Brasileira. O painel, programado para ocorrer das 09h00 às 12h30, contará com a participação da Relatora Layla Milena Oliveira Gomes e da Secretária Katianne Wirna, além de especialistas em diversas áreas do direito social. Temas de ImpactoO Painel 33 abordará questões cruciais, incluindo o esvaziamento da competência da Justiça do Trabalho, a proposta de uma Renda Universal Básica, o assédio no ambiente de trabalho, a regulação do trabalho em plataformas digitais, o Plano Nacional do Ensino Médio, o vínculo de emprego nos escritórios de advocacia e a realidade do trabalho escravo e degradante no Brasil. Estes temas, essenciais para o desenvolvimento e a proteção dos direitos dos trabalhadores brasileiros, prometem gerar discussões profundas e produtivas. Compromisso com a ExcelênciaA participação de Elton Assis neste evento prestigiado é uma demonstração do compromisso do Escritório Fonseca e Assis com a excelência na advocacia e a promoção dos direitos sociais. A equipe do escritório expressa seu orgulho e apoio contínuo ao trabalho de Assis, confirmando sua contribuição para o avanço da justiça social no Brasil. Uma Trajetória InspiradoraElton Assis, cuja carreira inclui a presidência da OAB-RO, atual cargo de Conselheiro Federal e vice-presidente da Comissão Nacional de Direitos Sociais, é um nome de peso no cenário jurídico brasileiro. Sua participação no evento não apenas honra o Escritório Fonseca e Assis e a advocacia rondoniense, mas também eleva o padrão de discussão sobre importantes temas sociais e jurídicos.Acompanhamento e Compartilhamento de Conhecimentos Para aqueles interessados em acompanhar as discussões e desdobramentos do Painel 33 e da XXV Conferência Nacional da Advocacia Brasileira, o Escritório Fonseca e Assis convida a todos para seguir suas atualizações nas redes sociais.

ADVOGADO ELTON ASSIS COMPÕE GRUPO INTERMINISTERIAL QUE FORTALECE O DIÁLOGO ENTRE GOVERNO FEDERAL, TRABALHADORES E EMPREGADORES

O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, José Alberto Simonetti, indicou o advogado Elton Assis da OAB Seccional Rondônia, por meio da Comissão de Direitos Sociais da CFOAB para tratar sobre a democratização do processo legislativo no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego. No ofício encaminhado para o ministro Luiz Marinho do MTE, o Presidente do Conselho Federal da Ordem do Advogados do Brasil, Simonetti, indica também a advogada Ana Baretta do Estado do Pará. Os notáveis advogados escolhidos por Simonetti farão parte do Grupo de Trabalho Interministerial previsto no Decreto Nº 11. 417. Ambos são os representantes (titular e suplente) da Ordem dos Advogados do Brasil, que visam contribuir com vasto arcabouço legislativo no que tange o direito do Trabalhador. Sobretudo, a participação do advogado Elton Assis no cenário nacional, é expandir o fortalecimento do ordenamento jurídico vigente com amplo diálogo entre o Poder Executivo Federal e os empregadores do Brasil. De acordo com o decreto citado acima, que formou o Grupo Interministerial de juristas de diversas frentes da advocacia trabalhista nacional, tem como objetivo reestruturar e valorizar a negociação coletiva. As proposituras legislativa e os embates jurídicos do Advogado Elton Assis são reconhecidos a nível nacional, por defender os interesses sociais de empregados celetistas e servidores públicos do Estado de Rondônia. A atuação impecável do Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil em Rondônia, Elton Assis, nos processos relevantes no Direito do Trabalho e no Direito Administrativo são destaques comprobatórios e regulamentados em textos de Emenda Constitucional. A participação do Advogado do Estado de Rondônia, Elton Assis, no Grupo de Trabalho Interministerial do MTE, é anuído da extirpe advocatícia nacional, de que Elton Assis, é um exímio prestador de serviço público da mais alta relevância aos poderes da república do Brasil.

DESEMBARGADOR EURICO MONTENEGRO E CONSELHEIRO ELTON JOSÉ ASSIS RECEBEM TÍTULOS DE CIDADÃOS HONORÁRIOS DE RONDÔNIA

O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO), Eurico Montenegro Júnior, e o conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB), advogado Elton José Assis, receberam em sessão solene na tarde da última quinta-feira (17) os Títulos de Cidadãos Honorários de Rondônia no Plenário Lúcia Tereza Rodrigues dos Santos na Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero). A honraria foi proposta pelo deputado estadual Cirone Deiró (União Brasil) e aprovada por unanimidade pelos demais parlamentares da Casa de Leis. Além do proponente e dos homenageados, a mesa foi composta pela presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Rondônia (Ameron), juíza Euma Tourinho; pelo vice-presidente do TJRO, desembargador Osny Claro de Oliveira Júnior; pelo corregedor e vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Rondônia (TRE-RO), Miguel Monico Neto; pelo procurador de Justiça do Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO), Eriberto Gomes Barroso; pelo Defensor Público-Geral do Estado de Rondônia, defensor público Victor Hugo de Souza Lima; pelo desembargador do TJRO, Roosevelt Queiroz Costa; pelo Procurador Geral do Estado de Rondônia, procurador Thiago Denger Queiroz; e pelo presidente da OAB-RO, Márcio Melo Nogueira. A sessão solene teve o objetivo de conceder os títulos de cidadãos honorários do estado de Rondônia pelos relevantes serviços prestados pelos homenageados. “Sinto-me honrado por ter apresentado esse projeto de decreto legislativo no intuito de homenagear dois cidadãos, um potiguar e outro goiano, como rondonienses. A dedicação destas personalidades com a Justiça são exemplos para todos nós. Este é um ato de reconhecer as pessoas que desbravaram e acreditaram neste estado, pois são pessoas que construíram nossa história e que são dignas de receberem a mais alta honraria concedida pela Assembleia Legislativa”, destacou Cirone Deiró. Euma Tourinho fez uma homenagem a parte para o decano Eurico Montenegro Júnior. “Esta cerimônia visa condecorar a vida deste decano, o qual sempre demonstrou que a intelectualidade é propícia na vida dos profissionais do Direito, atuando por quatro décadas. Dizem que as pessoas são únicas, mas o senhor é extraordinário além de ser humano ético e estudioso. O tempo aposenta homens, mas não apaga sua história. A sua seriedade foram nortes valiosos no respeito à Constituição e as leis, construindo toda sua história assim como da justiça rondoniense”, ressaltou. Márcio Melo Nogueira valorizou o trabalho do deputado Cirone Deiró em homenagear personalidades do meio jurídico rondoniense. “Destaco o quanto tem sido feliz o reconhecimento feito pelo deputado Cirone na outorga de personalidades que participaram da construção do nosso estado, pois são ídolos para mim. Cada um com sua maneira deram contribuições imensas, principalmente no respeito à Constituição e à Justiça com o propósito de servir e ajudar nossa comunidade. Aqui estamos para homenagear duas pessoas que fizeram do servir uma norma a ser seguida em suas carreiras. O que torna esta homenagem mais do que justa”, resumiu. Para Victor Hugo de Souza Lima, a honraria é justa pelo vasto trabalho empreendido pelos profissionais no campo jurídico. “Hoje é um momento de felicidade, mas também um momento especial de reconhecer o trabalho de pessoas que dignificam o exercício da profissão. São duas personalidades que moldaram a personalidade jurídica em Rondônia. É um instante de enaltecer a alegria e apreço de compartilhar este momento com pessoas que participaram da construção do nosso estado”, afirmou. Thiago Denger Queiroz deu parabéns à Alero assim como ao deputado Cirone Deiró pela justa homenagem aos homenageados. “Parabéns pela homenagem e pelas escolhas, pois são duas pessoas extraordinárias. Algo que muito nos orgulha. Relembro o período como aluno do professor Eurico. Ele ali estava por questão de vocação. Me orgulho e agradeço por todo esse desempenho em prol do nosso judiciário. Isso é o que Rondônia precisa de pessoas como vocês e hoje nosso estado se orgulha por acolhê-los como cidadãos”, frisou. Eriberto Gomes Barroso afirmou que os homenageados dignificam a Justiça. “A responsabilidade é muito grande, pois julgar não é julgar de forma fria, mas sim sentir a necessidade de Justiça. Nosso poder judiciário é um dos melhores do Brasil e devemos isso a pessoas que chegaram em Rondônia na década de 80 para servir a sociedade. Sem a advocacia, nossa democracia não seria nada. Nós temos na advocacia o fato de fazer valer o direito e feliz o homem que serve como exemplo”, citou. De acordo com Miguel Monico Neto, contar com a presença de diversos atores do meio político demonstra a grandeza dos homenageados. “Eurico, sua história se mistura com a história de Rondônia, deixando um legado sendo exemplo para todos os magistrados e trouxe inúmeras luzes para aqueles que o sucederam. Já com o Elton tive o prazer de compartilhar sua preocupação de integrar a OAB e o seu aperfeiçoamento de carreira é digno de elogios. São duas pessoas que fizeram tanto por nosso estado e nada mais justo que esta homenagem na Assembleia”, acrescentou. Roosevelt Queiroz Costa disse que a merecida homenagem é honrosa pela história dos profissionais do Direito em Rondônia. “Eles são exemplos às novas e futuras gerações de advogados. Cada um de nós temos uma história para contar com os homenageados que vieram para Rondônia para atuar. Hoje, a homenagem não é só do Legislativo, mas é uma honra presenciar este momento. O cidadão rondoniense que tanto ajudou na construção do nosso judiciário. Sou pelo tamanho que vejo e não do tamanho da minha altura. Congratulo os homenageados, pois é um momento que ficará marcado nas nossas vidas”, relatou. Osny Claro de Oliveira Júnior fez questão de destacar a honraria aos homenageados. “São personalidades notáveis que conquistaram o respeito e a admiração de todos nós. E, neste momento, eles nos unem como cidadãos rondonienses. Nós de Rondônia valorizamos a lealdade. Ser nomeado é mais que um título, é uma questão de pertencimento a esta terra”, resumiu. Eurico Montenegro Neto, filho do homenageado Eurico Montenegro Filho, prestou homenagem ao pai durante a solenidade. “Hoje é um dia que muito nos alegra para a família Montenegro. Minhas palavras serão em favor do Eurico..

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